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Sustentabilidade: Ranking do Poder Judiciário

Fonte: TRF4

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) ficou em primeiro lugar entre os órgãos do Poder Judiciário brasileiros no Desempenho de Sustentabilidade no ano de 2018. A avaliação foi feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no 3º Balanço Socioambiental do Poder Judiciário. O ranking foi formado a partir da aferição do cumprimento dos indicadores apontados no Plano de Logística Sustentável (PLS-PJ).

Desde março de 2015, após a publicação da Resolução CNJ 201/2015, os tribunais passaram a ter unidades ou núcleos socioambientais responsáveis por implantar o PLS-PJ. Com o objetivo de promover práticas sustentáveis e o consumo consciente, o Plano estipula indicadores mínimos a serem observados pelos órgãos e informados ao CNJ.

Entre esses indicadores estão itens como consumo de papel, consumo de copos descartáveis, quantidade de impressões, gastos com telefonia fixa e móvel, despesas com terceirizados, com consumo de energia, água, esgoto, gastos e reformas, e gestão de resíduos. Também entram no plano indicativos relativos à qualidade de vida, como quantidade de ações de inclusão, de sensibilização e de capacitação na área socioambiental.

O TRF4 atingiu 77% das metas estipuladas no PLS-PJ, ficando com a primeira colocação, seguido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região, no Espírito Santo (74%), e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (72%). Foram avaliados 92 órgãos entre tribunais, conselhos e seções judiciárias.

Conforme o Balanço de 2018, os pontos de melhoria alcançados pelo Poder Judiciário comparativamente ao ano de 2017 foram:

  • Redução de 7% no consumo de papel;
    • Redução de 10% no consumo de copos descartáveis;
    • Redução de 18% na quantidade de impressões;
    • Redução de 7% na quantidade de equipamentos de impressão;
    • Redução de 7% no gasto com telefonia fixa;
    • Redução de 11% no gasto com telefonia móvel;
    • Aumento de 41% na quantidade de papéis destinadas à reciclagem;
    • Aumento de 26% na quantidade de participações em ações de qualidade de vida;
    • Aumento de 67% na quantidade de ações solidárias;
    • Aumento de 22% na quantidade de ações de inclusão para pessoas com deficiência;
    • Aumento de 25% na quantidade de ações de capacitação e sensibilização socioambiental.